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BILHARDEIRO

Agora sem fazer grandes ZumBidos

BILHARDEIRO

Agora sem fazer grandes ZumBidos

na falta da lei o povo paga

Absolutamente, no mínimo deverá ser este o caminho a tomar, sendo que o ideal é mesmo, apuradas responsabilidades, o prevaricador avocar todo o ónus e consequências dos seus actos irregulares. Não devem ser os empresários ou os particulares, que investem numa obra licenciada por uma câmara, a levar com o prejuízo provocado por actos irresponsáveis ou mesmo ilícitos.

JM
Para recuperar a credibilidade perdida, a Câmara Municipal do Funchal terá de ser contundente no apuramento dos responsáveis pela emissão de pareceres ou decisões que são ilegais ou antiplanos municipais de orndeamento do território. Quem o defende é o Partido Popular, o qual vai mesmo mais longe: devem ser levantados processos de inquérito ou sindicância que permitam apurar a responsabilidade disciplinar ou política das decisões postas em causa pelas instâncias judiciais. E, caso venha a provar-se a existência de irresponsabilidade de um vereador ou de um técnico, ou até mesmo do presidente da Câmara, isso poderá implicar mesmo a perda de mandato. A convicção é de Ricardo Vieira, que falou ontem aos jornalistas numa conferência de imprensa convocada pelo PP para emitir a sua opinião sobre as recentes notícias relacionadas com a paragem de algumas obras de grande dimensão na área do Funchal. Um exemplo de uma obra nesta situação é, como é do conhecimento público, o Funchal Centrum. Ricardo Vieira diz que já está generalizada a ideia de que a Câmara Municipal do Funchal licencia sem cautela ou até mesmo «conhecendo as ilegalidades e os atropelos aos planos e regulamentos urbanísticos da cidade».

E será que alguém ainda acretida na virgem ou no pai natal. Se a câmara conhece os regulamentos para licenciar algumas obras, então, deixou de os conhecer em outras obras.


Mais uma bilhardice!